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LUA DE ALGODÃO
 
O Morcego desejava a Lua
cobiçando sua prata,
desejando o seu brilho
implorando sua luz.
 
Tão louco estava o Morcego
que pensava que a Lua
era o doce de algodão
mais gostoso que existia.
 
A Lua vaidosa,
linda e flutuante
não dava nenhuma piscadela
e o Morcego se amofinava.
 
Vendo-a tão bela e majestosa,
o Morcego enfurecido
tentava alcançá-la a todo custo,
mas era inútil, ela estava tão longe...
 
Inconformado e raivoso
atirava pedras para destruí-la,
chamava a gangue maligna,
insultava, difamava e agredia.
 
Mas a Lua poderosa
rodeada de estrelas,
seguia feliz brilhando 
cercada de estrelas cintilantes.
 
Pobre Morcego!...
Cometeu tanta maldade,
mas nada conseguiu.
A inveja lhe afogou
na caverna em que vivia
junto a gangue que o serviu.
 
Glória Cunha
 


Poesias e Músicas Aqui


sexta-feira-13-morcego.jpg
 
  
Raio de Lua
Enviado por Raio de Lua em 24/09/2010
Alterado em 12/10/2013
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