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10/09/2013 20h19
AS CORES DO SOL

 

O SOL EM TECNICOLOR: AS MIL E UMA

CORES DA NOSSA ESTRELA

 

 

 

Sabe qual é a cor do Sol? Amarelo, mas também violeta, vermelho, rosa, verde e azul, etc. São muitas as cores da nossa estrela, como revelam essas imagens obtidas pelo Solar Dynamic Observatory (SDO) da NASA

 

 

 

Por: Equipe Oásis

Fotos: Nasa/SDO/Goddard Space Flight Center

Estas são fotografias obtidas através da filtragem da luz solar em diversos comprimentos de onda. Elas possibilitam compreender como a cada imagem corresponda um fenômeno físico diverso que acontece no interior e na superfície do Sol. A luz branca que vem do Sol e que nossos olhos percebem constitui, na verdade o somatório de todas as demais cores. Nossa estrela na verdade emite continuamente um completo arco-íris de cores, tonalidades e nuances. A moderna tecnologia nos permite vê-las.

 

 

 

Mosaico encantado

Todos sabem qual é a cor do Sol: até uma criança não tem dúvidas a respeito. No entanto, quando observamos nossa estrela fotografada com certas técnicas, toda certeza vacila. As mil cores e o sem número de nuances que o Sol apresenta podem ser percebidos quando observamos o mosaico de imagens em vários comprimentos de onda que foi elaborado a partir de dados fornecidos pelo Solar Dynamic Observatory (SDO) da Nasa.
Como é possível que o Sol, nessas imagens tiradas a partir do mesmo ponto de vista e no mesmo período apareça assim tão diferente de como nos acostumamos a vê-lo?
Nosso astro, como todas as estrelas, é uma bola de gás em altíssima temperatura. Graças ao seu calor, exatamente como uma gigantesca lâmpada incandescente, ele emite radiações eletromagnéticas em vários comprimentos de onda. Essas radiações, somadas, geram a luz visível a nossos olhos, comumente chamada de "luz branca".
Poderosos instrumentos de SDO, lançados apela Nasa em 2010 com a missão de produzir imagens de altíssima resolução da nossa estrela, permitem fotografar o Sol em diversos comprimentos de onda. Cada foto revelam fenômenos físicos diferentes que acontecem tanto no interior do Sol quanto na sua superfície.

 

 

 

Para cada cor, um comprimento de onda

Aqui estão as imagens isoladas que, juntas, compõem o mosaico da fotografia precedente. Cada uma delas foi realizada graças aos dados recentemente obtidos pelo SDO, o Solar Dynamics Observatory da Nasa que, exatamente nestes dias, completa três anos de giros ao redor do Sol. Para capturar e revelar os segredos do nosso astro, o SDO é capaz de gerar imagens de altíssima resolução, até 4.096 x 4.096 pixels, ou seja, 8 vezes mais do que a resolução típica de uma televisão de alta definição.
Para fazer isso, o SDO possui dois instrumentos chamados AIA (Amospheric Imaging Assembly) e HDMI (Helioseismic and Magnetic Imager) que permitem realizar fotografias em vários comprimentos de onda diferentes e imagens que contêm dados a respeito do campo magnético e a velocidade da matéria que o Sol expele.
Por que é necessário fotografar o Sol filtrando-se a luz solar em tantos comprimentos de onda, desde a gama da luz visível até o extremo ultravioleta? Quando a olhamos a olho nu, nossa estrela parece tranquila, mas na verdade os fenômenos atômicos que acontecem no interior dela emitem radiações muito energéticas, embora invisíveis aos nossos olhos, que vão do extremo ultravioleta aos raios X. Selecionando apenas determinados comprimentos de onda do fluxo de radiações que chegam do Sol, é possível observar separadamente o comportamento de camadas diferentes do nosso astro. Isso possibilita, entre outras coisas, compreender melhor o modo como a atmosfera solar interage com a superfície dessa gigantesca esfera de gás.
As imagens que seguem nesta galeria mostram o Sol visto a partir de cada um dos 134 filtros utilizados pelo SDO na sua missão de descobrir os segredos da nossa estrela.

 

 

 

Dopplergrama

Esta imagem, chamada "dopplergrama", é produzida pelo instrumento HMI da sonda SDO e fornece informações a respeito da velocidade de rotação da superfície solar, a chamada fotosfera.
Devido ao movimento rotatório, a cada momento uma parte do disco solar se aproxima do ponto de observação à velocidade de cerca 2 quilômetros por segundo. Em particular, as zonas mais escuras da imagem mostram as regiões em fase de aproximação, enquanto as zonas mais claras mostram as regiões que se afastam.

 

 

 

Magnetograma

O magnetograma, também produzido pelo instrumento HMI, mostra os mapas do campo magnético do Sol na sua superfície. As zonas mais escuras indicam linhas do campo magnético que apontam em direção oposta à Terra; as zonas mais claras indicam as linhas que se dirigem ao nosso planeta. Também neste caso, a região observada é a fotosfera.

 

 

 

Continuum

Esta é talvez a imagem mais familiar da nossa estrela. Mostra a superfície solar incorporando um amplo espectro de luz visível ao olho humano. A região observada é, ainda uma vez, a fotosfera. Ela aparece pontilhada com algumas manchas solares.

 

 

 

AIA 1700

Nesta imagem, produzida pelo instrumento AIA filtrando a luz solar a 1700 Å (angstrom), está representado o continuum ultravioleta. A temperatura solar associada a esse filtro é de 4500 graus Kelvin (cerca 4.200 graus centígrados). Neste caso, as regiões observadas são duas: a fotosfera e a cromosfera, ou seja, aquela camada atmosférica sutil que circunda a superfície solar (fotosfera), na qual a temperatura começa a aumentar.

 

 

 

AIA 4500

Esta imagem mostra o continuum da luz branca, produzido pelo instrumento AIA com pico de sensibilidade a 4500 Å. A região observada é sempre a fotosfera, e a temperatura solar correspondente equivale a 6.000 graus Kelvin, cerca de 5.700 graus centígrados.

 

 

 

AIA 1600

A imagem, produzida pelo instrumento AIA a 1600 Å, foi colorida artificialmente com a cor amarelo escuro, já que a luz ultravioleta não é visível diretamente ao olho humano.
Nesse comprimento de onda é possível captar a emissão luminosa produzida por íons de carbono C IV, que indicam uma temperatura de cerca 10 mil graus Kelvin. Essas emissões luminosas provêm tanto da fotosfera quanto da assim chamada "região de transição", uma camada sutil da atmosfera solar que se encontra entre a cromosfera e a coroa (ou seja, a parte mais superficial da atmosfera solar), no interior do qual as temperaturas sobem muito rapidamente.

 

 

 

AIA 304

Coloridas habitualmente em vermelho, as imagens produzidas pelo instrumento AIA a 304 Å capturam as emissões provenientes do hélio ionizado (He II) a temperaturas ao redor de 50 mil graus Kelvin. Nesse comprimento de onda, a luz captada é aquela emitida pela cromosfera e pela região de transição.
Nesta imagem são bem visíveis alguns enormes jatos de plasma solar que se elevam a milhares de quilômetros da cromosfera e chegam até a coroa.

 

 

 

AIA 171

Proveniente principalmente de íons de ferro (Fe IX) em temperaturas ao redor de 600 mil graus Kelvin, a luz captada pelo instrumento AIA a 171 Å mostra as emissões provenientes da zona superior da região de transição e da coroa solar, em particular dos anéis coronais e zonas que não fazem parte de regiões ativas ou de buracos coronais.
As imagens produzidas nesse comprimento de onda são tipicamente coloridas em amarelo ouro.

 

 

 

AIA 193

Coloridas em marrom claro, as imagens captadas pelo instrumento AIA a 193 Å representam emissões provenientes essencialmente de íons de ferro-12 (Fe XII) com temperaturas ao redor de 1 milhão de graus Kelvin e ferro-24 (Fe XXIV) com temperaturas ao redor de 20 milhões de graus Kelvin. Enquanto o ferro-12 permite traçar emissões provenientes de regiões medianamente quentes da coroa solar, o ferro-24 só é encontrado no material quentíssimo emitido durante as labaredas solares.

 

 

 

AIA 211

As imagens produzidas pelo instrumento AIA a 211 Å apresentam tipicamente a cor violeta, e captam as emissões provenientes de íons de ferro-14 (Fe XIV) a temperaturas de cerca 2 milhões de graus Kelvin. Essas emissões mostram as regiões mais quentes e magneticamente ativas da coroa solar.

 

 

 

AIA 335

As emissões captadas pelo instrumento AIA a 335 Å, coloridas em cor azul, provêm de íons de ferro-16 (Fe XVI) a temperatura de cerca 2.500.000 de graus Kelvin. Como as precedentes, essas imagens mostram as regiões magneticamente mais ativas da coroa solar, mas neste caso as regiões ainda mais quentes que aquelas filtradas a 211 Å.

 

 

 

AIA 094

As emissões captadas pelo instrumento AIA a 94 Å, ou seja, no ultravioleta extremo, provêm de íons de ferro-18 (Fe XVIII) a temperaturas de cerca 6 milhões de graus Kelvin, atingíveis apenas em regiões da coroa nas quais está em curso uma labareda solar. As imagens estão coloridas artificialmente em verde.

 

 

 

AIA 131

Coloridas em verde água marinha, as emissões captadas pelo instrumento AIA a 131 Å provêm de íons de ferro-20 (Fe XX) e ferro-23 (Fe XXIII), ou seja, material emitido tipicamente no momento de labaredas solares a temperaturas compreendidas entre os 10 e os 16 milhões de graus Kelvin.

 

 

 


Publicado por Raio de Lua em 10/09/2013 às 20h19
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original (http://www.brasil247.com). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.
 
08/09/2013 23h34
LER POESIAS FAZ BEM AO CÉREBRO

 

 

 

Leitura de poesias e atividade cerebral

 

Ler poesia é mais útil para o cérebro que livros de autoajuda, dizem cientistas
 

Ler autores clássicos, como Shakespeare, William Wordsworth e T.S. Eliot, estimula a mente e a poesia pode ser mais eficaz em tratamentos do que os livros de autoajuda, segundo um estudo da Universidade de Liverpool publicado nesta terça-feira (15).

Especialistas em ciência, psicologia e literatura inglesa da universidade monitoraram a atividade cerebral de 30 voluntários que leram primeiro trechos de textos clássicos e depois essas mesmas passagens traduzidas para a "linguagem coloquial".

Os resultados da pesquisa, antecipados pelo jornal britânico "Daily Telegraph", mostram que a atividade do cérebro "dispara" quando o leitor encontra palavras incomuns ou frases com uma estrutura semântica complexa, mas não reage quando esse mesmo conteúdo se expressa com fórmulas de uso cotidiano.

Esses estímulos se mantêm durante um tempo, potencializando a atenção do indivíduo, segundo o estudo, que utilizou textos de autores ingleses como Henry Vaughan, John Donne, Elizabeth Barrett Browning e Philip Larkin.

Os especialistas descobriram que a poesia "é mais útil que os livros de autoajuda", já que afeta o lado direito do cérebro, onde são armazenadas as lembranças autobiográficas, e ajuda a refletir sobre eles e entendê-los desde outra perspectiva.

"A poesia não é só uma questão de estilo. A descrição profunda de experiências acrescenta elementos emocionais e biográficos ao conhecimento cognitivo que já possuímos de nossas lembranças", explica o professor David, encarregado de apresentar o estudo.

Após o descobrimento, os especialistas buscam agora compreender como afetaram a atividade cerebral as contínuas revisões de alguns clássicos da literatura para adaptá-los à linguagem atual, caso das obras de Charles Dickens.

 

Por Vânia - Da Folha de São Paulo

 

 


Publicado por Raio de Lua em 08/09/2013 às 23h34
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06/09/2013 17h47
MÚSICA - CHÃO DE GIZ - ELBA E ZÉ RAMALHO

 

 

Música e interpretações deslumbrantes

 

Chão de Giz

Zé Ramalho

Eu desço dessa solidão
Espalho coisas sobre
Um Chão de Giz
Há meros devaneios tolos
A me torturar
Fotografias recortadas
Em jornais de folhas
Amiúde!
Eu vou te jogar
Num pano de guardar confetes
Eu vou te jogar
Num pano de guardar confetes...

Disparo balas de canhão
É inútil, pois existe
Um grão-vizir
Há tantas violetas velhas
Sem um colibri
Queria usar quem sabe
Uma camisa de força
Ou de vênus
Mas não vou gozar de nós
Apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar
Gastando assim o meu batom...

Agora pego
Um caminhão na lona
Vou a nocaute outra vez
Prá sempre fui acorrentado
No seu calcanhar
Meus vinte anos de "boy"
That's over, baby!
Freud explica...

Não vou me sujar
Fumando apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar
Gastando assim o meu batom
Quanto ao pano dos confetes
Já passou meu carnaval
E isso explica porque o sexo
É assunto popular...

No mais estou indo embora!
No mais estou indo embora!
No mais estou indo embora!
No mais!...

 

 

 


Publicado por Raio de Lua em 06/09/2013 às 17h47
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06/09/2013 17h09
MIRAGEM - Carlos Drummond

 

 

 


Publicado por Raio de Lua em 06/09/2013 às 17h09
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05/09/2013 04h11
ORAÇÃO DE PAZ
 



ORAÇÃO DE PAZ

Com o pensamento elevado ao infinito
uma prece de amor eu faço.
Uma mensagem de esperança eu digo
e busco energias no espaço.

Desejos de paz e harmonia
envio a todo o Universo,
para que retornem a Terra
chuvas do Alimento Eterno.

Que os mares nunca navegados,
as terras nunca exploradas,
e todos os cantos dessa Esfera,
sejam banhados pela Luz Fraterna.

Que cada ano que inicie
traga-nos maior fartura.
Que de pão, alegria e arte
sejam repletas as gerações futuras.

 

Autora - Glória Cunha
23-12-10

 


 
 

 


Publicado por Raio de Lua em 05/09/2013 às 04h11
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