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01/10/2013 16h39
LÍNGUAS EM EXTINÇÃO

LÍNGUAS EM EXTINÇÃO: QUANTAS LÍNGUAS ARCAICAS AINDA SÃO FALADAS?

A maior parte das antigas línguas indígenas brasileiras corre sério risco de extinção

A maior parte das antigas línguas indígenas brasileiras corre sério risco de extinção


 

Por: Equipe Oásis

A ameaça de extinção, hoje, não paira apenas sobre a maioria das espécies animais e vegetais que vivem em nosso planeta. A humanidade enfrenta também outra forma de extinção em massa: a das línguas. Centenas, milhares de sistemas linguísticos estão desaparecendo num ritmo sem precedentes. Quando uma língua morre, com ela morre também uma visão de mundo absolutamente única. Com a língua que se vai perdemos uma enorme herança cultural; o entendimento de como um grupo específico de seres humanos se relaciona com o mundo a seu redor; conhecimentos médicos e botânicos e zoológicos; e, ainda mais importante, perdemos a expressão do humor, do amor e da vida como a viam e entendiam essas pessoas. Em resumo, perdemos o testemunho de séculos, de milênios de vida.

 

Maalula, cidadezinha da Síria, é um dos raros lugares onde ainda se fala aramaico, a língua de Jesus

Maalula, cidadezinha da Síria, é um dos raros lugares onde ainda se fala aramaico, a língua de Jesus

Línguas são entidades vivas em constante fluxo, e sua extinção não é coisa de agora; no entanto, o ritmo no qual as línguas estão desaparecendo é alarmante. Metade das cerca de 7 mil línguas do mundo correm sério risco de desaparecer no decorrer dos próximos 100 anos.

O risco é realmente importante, sobretudo para as línguas antigas que sobreviveram até os nossos dias. Da grande família afro-asiática, por exemplo, o aramaico, a língua falada por Jesus, de tronco semítico da mesma forma que o hebraico, ainda é usado em algumas aldeias da Síria. Uma delas é Maaloula, um pequeno povoado sobre os montes Al Qalamoun, nos arredores de Damasco. Ali, no mosteiro cristão de São Jorge, o Pai Nosso e certos trechos litúrgicos ainda são recitados em aramaico. O egípcio antigo ainda é usado como língua litúrgica pela igreja copta. Dentre as línguas célticas de matriz indo-europeia, a mais antiga é o galês, falado na Irlanda e também em certas comunidades nos Estados Unidos graças à maciça imigração europeia.

Judeu turco de fala ladina, antiga língua dos judeus da Península Ibérica, hoje em fase de extinção

 

Do ladino ao basco

Por seu lado, o ladino antigo – língua das comunidades de judeus marranos no sul da Europa -, que deriva diretamente do latim, ainda é falado por pequenos grupos nos vales dos Alpes centrais e orientais da Suíça e do Trentino-Alto Ádige, na Itália. Outra variante dessa língua, o ladino oriental, está hoje identificada com o friulano, a célebre língua poética do nordeste da Itália usada por Pier Paolo Pasolini em sua obra literária.

O basco, falado no nordeste da Espanha, corre um risco um pouco menor graças ao nacionalismo do povo basco que defende sua língua e suas tradições com unhas e dentes. Nem todos sabem, no entanto, que o basco é a língua mais velha da Europa, precedente às línguas indo-europeias e muito próxima dos dialetos berberes do Norte da África e também das línguas caucásicas.

Hoje, as línguas mais faladas no mundo são o chinês mandarim, inglês, espanhol, português, híndi/urdu, russo, árabe, bengali, indonésio e japonês. A cultura da globalização tende cada vez mais a fortalecer as grandes línguas, como o inglês – hoje considerado uma espécie de língua-franca mundial. O fortalecimento dessas línguas fortes em alguns países enfraquece paulatinamente os próprios idiomas locais. Este é o caso, por exemplo, das Filipinas, país onde o inglês vem paulatinamente substituindo os dialetos filipinos.

A maior concentração de línguas faladas encontra-se nas zonas do planeta onde é maior a biodiversidade (variedade de animais, plantas e ambientes). Nas florestas pluviais tropicais, que hoje ocupam apenas 7% da superfície terrestre, estão 36% dos grupos etnolinguísticos do mundo.
Avaliando-se a situação dos últimos decênios, sobretudo a evolução da cultura da globalização, calcula-se que até o final do século 21 estarão extintas entre 50 e 90% das línguas atualmente faladas.

 

Em muitas igrejas do cristianismo copta, no Egito, os ritos ainda são realizados em egípcio antigo

Em muitas igrejas do cristianismo copta, no Egito, os ritos ainda são realizados em egípcio antigo

Os árabes falam todos a mesma língua?

Não, os árabes falam muitos dialetos diversos. Mas escrevem e oram na mesma língua, o árabe clássico ou literário. Isso acontece porque o árabe, como outras línguas do mundo, possui várias formas, entre elas a forma literária e a forma oral.

O árabe literário é a língua oficial, com uma prosa substancialmente igual à do Alcorão (livro sagrado dos muçulmanos, escrito no século 7 da nossa era). É usado para as orações e demais ritos religiosos, os discursos oficiais, nos telejornais e para escrever. Não é falado no dia-a-dia, mas é estudado nas escolas de todos os 22 países da Liga Árabe (Argélia, Arábia Saudita, Bahrein, Ilhas Comores, Egito, Emirados Árabes, Jordânia, Djibuti, Iraque, Kuwait, Líbano, Líbia, Marrocos, Mauritânia, Omã, Palestina, Qatar, Síria, Somália, Sudão, Tunísia e Iêmen).

 

Cartaz de estrada com escrita em galês e em inglês

Cartaz de estrada com escrita em galês e em inglês

No dia-a-dia, para conversar, os árabes usam as línguas locais, dialetos que são diferentes de uma nação para outra e pouco compreensíveis para além dos limites dentro dos quais são utilizados (muda a pronúncia e, em muitos casos, também os vocábulos).

Uma exceção é o dialeto egípcio, que se tornou familiar a todos os árabes graças aos filmes e aos seriados televisivos produzidos no Egito e exportados para todo o mundo árabe.

Preocupadas com a séria ameaça de extinção das línguas, algumas mega entidades que atuam em âmbito mundial, como a Unesco, e empresas como o Google, desencadearam ações para a salvaguarda do nosso patrimônio linguístico.

 

O alfabeto galês, com seus equivalentes em inglês

O alfabeto galês, com seus equivalentes em inglês

O Google lançou em 2012 um projeto que pretende documentar mais de 3 mil línguas ameaçadas de extinção, em uma tentativa de preservar idiomas. No site do projeto "Idiomas em Risco", falantes das línguas ameaçadas ou pesquisadores podem trabalhar na preservação desses idiomas, documentando em texto, áudio e vídeo informações sobre a linguagem.

"Quando o último falante de uma língua morre, perdemos séculos de conhecimento e tradições que ajudaram a formar quem somos", afirma a companhia. Para o Google, a preservação de uma língua está ligada à preservação da identidade cultural, dos valores e da tradição de uma comunidade.

No site criado pela gigante informática (http://www.endangeredlanguages.com/) é possível explorar as línguas ameaçadas, filtrar a busca pelo risco de desaparecimento, local ou quantidade de falantes. As informações foram fornecidas pela Universidade do Havaí, em Manoa, e pelo Instituto de línguas e Tecnologia da Informação (The Linguist List) na Universidade Oriental de Michigan.

 

fonte - Brasil247

Publicado por Raio de Lua em 01/10/2013 às 16h39
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21/09/2013 21h48
ALBÂNIA - Homem ou mulher?

 

Foto: Jill Peters

Saiba, é uma mulher e ela está morta.

A foto faz parte de um documentário que a fotógrafa norteamericana Jill Peters está desenvolvendo sobre as últimas virgens juramentadas da Albânia. Remanescentes de uma tradição quase extinta – hoje elas não chegam a 100 – essas mulheres ignoraram suas identidades para viver como homem. Não por uma afirmação de sexualidade,  mas para sobreviver às rígidas restrições impostas às mulheres entre comunidades das montanhas dos Balcãs, sudeste da Europa.

Os camponeses dessa região viveram por 500 anos sob as normas do Kanum, um código de honra que vigorou até o início do século XX, e que limitava às mulheres os cuidados da casa e dos filhos. Só. Elas eram proibidas de ter uma profissão,  trabalhar, dirigir, beber, fumar, não tinham direito a herança e tornavam-se propriedades do marido. Elas não podiam cantar. “Naquela época ser mulher e ser um animal era a mesma coisa”, disse uma virgem juramentadas, Pashe Keqi, numa entrevista ao The New York Times. Ela nascera em 1930.

O Kanum permitia, no entanto,  que a mulher se proclamasse homem, passando consequentemente a viver sob as mesmas regras deles. A partir de então podiam podiam trabalhar e tornar-se patriarcas, sendo muitas vezes o único “homem”do clã.

Essa regra do Kanum tem origem nas precárias condições de sobrevivência nas montanhas da Albânia, agravada pelos crimes de vendeta, outra tradição no país, que chegava a dizimar todos os integrantes do sexo masculino numa família. Na ausência de um herdeiro, a mulher mais velha do clã era obrigada  a proclamar-se virgem para garantir o sustento e a honra dos familiares. Outras proclamavam-se homem  para ter autonomia e evitar o casamento arranjado.

Para isso, elas faziam um juramento público de virgindade e celibato, cortavam os cabelos e adotavam trajes e gestos masculinos para a vida toda.  Deixariam a condição de serva se também deixassem a de mulher, se renunciassem ao sexo, à maternidade e à identidade.

É, de um certo modo, um matar a si mesma.

 

O processo de uma mulher para se tornar um Vergjinesha é realmente muito simples. Tudo o que ela precisa fazer é fazer um voto sob a lei de Kanun para se tornar um homem. E a partir daquele dia, se torna um. Então terá que se vestir como um homem, andar, falar, coçar o saco, agir e trabalhar como um. Ela deve permanecer celibatária por toda a vida e automaticamente passa a ter o papel de chefe da família, assumindo algumas responsabilidades importantes, como a supervisão da riqueza da família, defender os seus em feudos de sangue e também receber os hóspedes.

 

As virgens juramentadas da Albânia - Mulheres que vivem como homens 01

O Vergjinesha, enfim, torna-se representante de sua família perante toda a comunidade. Isto pode parecer um enorme sacrifício para alguns, mas para as mulheres da Albânia na verdade é uma janela de oportunidade, para viver uma vida de maior liberdade e mobilidade social.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nas montanhas da Albânia vivem ainda as últimas mulheres convertidas socialmente em homens, segundo um código ancestral que numa sociedade patriarcal lhes permitia assumir todas as atribuições de um verdadeiro varão, segundo matéria do New York Times.

Uma delas é Qamile Stema, que passou a se chamar Qamil. A filha menor entre oito irmãs jurou por vontade própria há quase oito décadas que nunca se casaria, e que permaneceria virgem até o fim de sua vida.

As últimas mulheres-homem da Albânia

- "Fiz este sacrifício por minha mãe que ficou sozinha porque meu pai morreu muito jovem e ela teve que nos criar sozinha", confessou Qamile na sua humilde casa na aldeia de Barganesh, a 50 quilômetros de Tirana.

As últimas mulheres-homem da Albânia

Qamile, que tem agora 88 anos, ocupou o lugar de seu pai, cortou o cabelo, se despojou do vestido e se vestiu com a indumentária "brekushe" (calças pretas largas, colete, camisa e gorro brancos), típica dos homens da região de Kruja. O único que resulta estranho no conjunto é a pistola que costumava carregar na cintura para se proteger de uma possível agressão. Estas eram algumas das obrigações impostas por 12 homens chamados "garantes", cuja missão era vigiar o cumprimento do juramento que as virgens tinham feito ante eles.

As últimas mulheres-homem da Albânia

Pashe Keqi, de 78 anos decidiu converter-se no homem da casa aos 20 anos quando seu pai foi assassinado.
- "Eu era livre como um homem porque ninguém sabia que era uma mulher".

As últimas mulheres-homem da Albânia

As mulheres convertiam-se em homens não só quando faltavam varões em casa, senão também em caso de rejeição ao namorado que tinha sido escolhido pelo pai. Mediante esta conversão, as virgens gozavam de mais liberdades numa sociedade rural patriarcal que desprezava o papel da mulher, ainda que não implicava se converter em homossexuais.

As últimas mulheres-homem da Albânia

Este fenômeno social, do qual ainda existem umas vinte representantes em todo o país, tem suas raízes no código medieval de Lek Dukagjini, que regeu a vida social e econômica dos montanheses albaneses católicos e muçulmanos entre os séculos XV e XIX.

As últimas mulheres-homem da Albânia

Qamile recorda com nostalgia as longas conversas entre fumaça de fumo picado em companhia dos homens, quando levava as cabras para pastar, na temporada de produção de raki (aguardente), nas orações com os homens nas sextas-feiras na mesquita, momentos que nunca teria podido saborear sendo uma simples mulher.

As virgens juramentadas da Albânia - Mulheres que vivem como homens 01

O papel de uma mulher é severamente circunscrito, reduzido a cuidar dos filhos e manter uma casa. A vida de uma mulher é considerada como se valesse apenas a metade da de um homem. Para os seguidores da tradição Kanun, o vestido é um marcador importante para distinguir entre os sexos. Os homens usam calças, bonés e relógios de pulso, enquanto as mulheres são vestidas com saias, lenços, aventais e às vezes até véus.

As virgens juramentadas da Albânia - Mulheres que vivem como homens 01

Isso até que não parece muito estranho para uma sociedade paternalista, mas há algo que foge a regra ali: uma mulher pode optar por se tornar um homem em uma sociedade Kanun, simplesmente por se vestir como um. Assim, uma mulher albanesa que se veste como um homem, é sim um homem. Uma mudança na forma de vestir é todo o necessário para uma mudança de gênero. Nascido de uma necessidade social, as mulheres que se tornam homens na Albânia são chamados de Vergjinesha (virgens juramentadas).

As virgens juramentadas da Albânia - Mulheres que vivem como homens 01

Há um par de condições que precisam ser satisfeitas, no entanto, antes de que uma mulher possa se tornar um homem Vergjinesha. Ou ela deve escolher não se casar com seu marido pré-estabelecido ou qualquer outra pessoa, ou, seus pais podem ver a transição como necessária se eles não tiverem outros herdeiros do sexo masculino. Enquanto o primeiro é principalmente para evitar ter um casamento arranjado, o segundo passo é para ter a certeza de que a riqueza permanecerá dentro da família, já que apenas os homens podem gerir uma herança.

As virgens juramentadas da Albânia - Mulheres que vivem como homens 01

Mas há sempre exceções à regra. Há aqueles raros momentos em que uma mulher vai escolher se tornar um homem simplesmente porque é mais confortável assim. Um destes casos é Lule, que com a idade de 19 anos, decidiu se tornar um Vergjinesha apesar de ter um irmão. Hoje, ela é responsável por uma casa de 10, incluindo os filhos do próprio irmão. Sua família se refere a ela como "ele", e dirige uma empresa de soldagem atendendo às terras da família. Seu cabelo é cortado bem curtinho, veste calça e um relógio de pulso. É claro que vai ser tratada como todos os outros homens, mas esse é um pequeno preço a pagar em troca dos direitos fundamentais e da liberdade.

 

As virgens juramentadas da Albânia - Mulheres que vivem como homens 01

 

- "Agora, as mulheres albanesas têm direitos iguais aos dos homens e são ainda mais forte e eu acho que hoje seria mais divertido ser uma mulher". Vestida com calças largas, sentada com as pernas abertas como um homem e falando com uma voz de barítono, Keqi diz que certamente escolheria a feminilidade com que tinha nascido na Albânia de hoje.

As virgens juramentadas da Albânia - Mulheres que vivem como homens 01

 


Publicado por Raio de Lua em 21/09/2013 às 21h48
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12/09/2013 03h44
MINUTOS DE SABEDORIA

 

       

 

CARLOS TORRES PASTORIN

MINUTOS DE 
SABEDORIA
Compilação:
Ivo André Maioli
Cínthia Madureira
 

 
Não Critique!
Procure antes colaborar com todos, sem fazer críticas.
A crítica fere, e ninguém gosta de ser ferido.
E a criatura que gosta de criticar, aos poucos,
se vê isolada de todos.
Se vir alguma coisa errada, fale com amor e carinho,
procurando ajudar.
Mas, sobretudo, procure corrigir os outros,
através de seu próprio exemplo!
 
 
Não deixe que a calúnia o perturbe!
Todos nós estamos sujeitos à calúnia.
Mas saiba superá-la, vivendo de tal maneira
que o caluniador
não tenha razão.
Não revide um ataque com outro ataque.
Não se magoe com o caluniador.
Perdoe sempre.
Apenas viva de tal maneira,
que jamais o caluniador tenha razão.

 

Resolva seu problema!
Há muito tempo que você se propõe reformar sua vida,
melhorar seus atos, cessar definitivamente suas fraquezas.
Vamos, então, começar a partir deste momento!
Não deixe para amanhã o que pode fazer hoje...
De certo você não há de resolvê-lo do dia para a noite.
Mas, comece já!
E se cair de novo, não desanime:
saiba recomeçar quantas vezes for preciso!

 

Embora sozinho, continue a caminhada!
Se todos o abandonarem, prossiga sua jornada.
Se as trevas crescerem em seu redor,
mais uma razão para que você mantenha acesa
a pequenina chama de sua Fé.
Não deixe que a luz se apague, para que você mesmo
não fique em trevas.
Ilumine, com sua Luz, as trevas que o circundam.

 

Cada um de nós é responsável por seus atos.
Por que vai desanimar, pelo que os outros fizeram a você?
Que tem você que ver com isso?
Siga à frente, ainda que o mundo inteiro esteja contra você.
Você há de vencer, mesmo que fique sozinho.
Continue sem desânimo, porque você é o único responsável
por seus atos.
 
 
Nossa mente está mergulhada na Mente Divina
que sustenta
os universos infinitos.
Nossa força mental permanece impregnada
da Força Mental Divina,
que  está em toda a parte ao mesmo tempo.
Procure manter-se unido a esta Força Infinita,
e jamais será derrotado.
Você tem esse Poder: confie!
Você vencerá em toda a linha, se o quiser.

 

Modifique seu modo de pensar, para que sua saúde
se firme e estabeleça.
Pare de queixar-se de doenças!
A doença é aumentada pela nossa emissão mental negativa.
Expulse a enfermidade, confiando em sua cura!
Você pode curar-se!
Você está melhorando cada dia mais,
sob todos os pontos de vista.
 
 
Aprenda a repousar sua mente.
A mente cansada não pode pensar direito.
Repouse a mente, fazendo o exercício da Higiene Mental,
para conquistar cada vez maior energia e vigor.
O cérebro cansado turva o pensamento.
E o pensamento é a maior força criadora
que existe sobre a terra.
Repouse o cérebro, para pensar com acerto e alegria.
 
 
Não aceite maus conselhos!
Não se deixe sugestionar por palavras de desânimo!
Sempre existe uma saída para qualquer problema,
por mais complexo e difícil que nos pareça.
A Força Divina que rege os universos está dentro de nós.
Ligue-se ao Pensamento Universal de Bondade e Amor,
e vencerá todos os obstáculos.
 

Pense positivamente!
Nossos pensamentos emitem ondas reais que se irradiam
de nosso cérebro, formando uma atmosfera mental que é
peculiar a cada pessoa.
De acordo com o tipo de vibração do pensamento,
atrairemos a nós todas as ondas semelhantes.
Se você pensar negativamente,
atrairá todos os pensamentos negativos,
piorando seu estado.
Pense positivamente, para atrair apenas
pensamentos positivos
de Paz e Prosperidade.
 
 

FONTE: 
http://www.biblioteca.radiobomespirito.com/minutos_sabedoria.pdf
 
  
       

 


Publicado por Raio de Lua em 12/09/2013 às 03h44
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11/09/2013 23h13
ORAÇÕES A SANTO EXPEDITO

19 de Abril, dia de Santo Expedito

O Santo dos Endividados e das causas impossíveis.

 Santo Expedito foi martirizado na Armênia. Ele era militar, foi decapitado no dia 19 de abril de 303, sob o imperador Dioclesiano, que subira ao trono de Roma em 284.

Ele levava uma vida devassa; mas um dia, tocado pela graça de Deus, resolveu mudar de vida. Foi então que lhe apareceu o Espírito do mal, em forma de corvo, e lhe segredou "cras....! cras....! cras....!" palavra latina que quer dizer: amanhã...! amanhã...! amanhã...!, isto é deixe para amanhã! Não tenha pressa! Adie sua conversão!

Mas Santo Expedito, pisoteando o corvo, esmagou-o, gritando: HODIE! Quer dizer: HOJE! Nada de protelações! É pra já!

"Cuide de nós Senhor, fazei que consigamos o equilíbrio na vida financeira e o discernimento nos negócios. Que no final do mês não nos falte o necessário, que possamos dar aos nossos familiares saúde, educação, dignidade na moradia. Ajudai-nos a superar os problemas financeiros. Ajudai-me para que eu consiga pagar o financiamento do meu carro. Que com a bênção de Deus, eu consiga pagar o financiamento da minha casa própria. Que eu consiga pagar o dinheiro que peguei emprestado com meu familiar ou amigo. Que Deus me abençoe para que eu consiga pagar o financiamento que está atrasado e causou a restrição de meu nome junto aos órgãos de proteção ao crédito".

 

Oração ao Poderoso Santo Expedito

 

Meu Santo Expedito das causas justas e urgentes interceda por mim junto ao Nosso Senhor Jesus Cristo, socorra-me nesta hora de aflição e desespero, meu Santo Expedito Vós que sois um Santo guerreiro, Vós que sois o Santo dos aflitos, Vós que sois o Santo dos desesperados, Vós que sois o Santo das causas urgentes, proteja-me. Ajuda-me, Dai-me força, coragem e serenidade. Atenda meu pedido (Fazer o pedido). Meu Santo Expedito! Ajuda-me a superar estas horas difíceis, proteja de todos que possam me prejudicar, proteja minha família, atenda ao meu pedido com urgência. Devolva-me a paz e a tranqüilidade. Meu Santo Expedito! Serei grato pelo resto de minha vida e levarei seu nome a todos que têm fé.

Muito obrigado.

 

SANTO EXPEDITO, O SANTO DO IMPOSSÍVEL.

 

   Santo Expedito amo-te e preciso de ti, estás no meu coração, abençoa-me e abençoa a minha família, meu lar, meus amigos e inimigos (porque com eles também aprendi), guarda meus bens espirituais, meus sonhos e projectos, sê meu advogado e exerce a tua sabedoria para defenderes-me dos problemas que padeço. Protege-me dos males que me cercam e afasta de mim aqueles que só querem a minha perdição. Hoje te peço que me concedas a graça de (diga o que deseja) e comprometo-me a difundir o teu Nome e a tua capacidade de ouvires. Em nome de Jesus Cristo. Amém.

 


Publicado por Raio de Lua em 11/09/2013 às 23h13
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11/09/2013 18h19
O QUE O MEDO PODE ENSINAR

A escritora Karen Thompson Walker durante conferência em Londres, para o TED

 

A escritora Karen Thompson Walker durante conferência

em Londres, para o TED

 

Vídeo: TED-Ideas Worth Spreading. Tradução para o português: Isabel Villan. Revisão: Gislene Kucker

Imagine que você é um marinheiro náufrago à deriva na imensidão do Oceano Pacífico. Você pode escolher uma de três direções e salvar a si mesmo e a seus companheiros - mas cada escolha vem com uma temida consequência também. Como escolher a melhor opção? Contando a história do baleeiro Essex, a romancista Karen Thompson Walker demonstra como o medo impele a imaginação, à medida que nos força a imaginar possíveis futuros e como lidar com eles.

"Nossos medos podem representar ótimos presentes da imaginação... um modo para se antever o futuro enquanto ainda existe tempo para influenciar o modo como ele vai funcionar", diz Karen Thompson Walker

 

Tradução integral da conferencia de Karen Thompson Walker:

Um dia em 1819, a 3 mil milhas da costa do Chile, numa das regiões mais remotas do Oceano Pacífico, 20 marinheiros americanos assistiram a inundação de seu navio pela água do mar. Tinham sido atingidos por um cachalote que fizera um rombo catastrófico no casco do navio. Quando o navio começou a afundar sob as ondas, os homens se amontoaram em três pequenos barcos baleeiros. Esses homens estavam a 10 mil milhas de casa, a mais de mil milhas da nesga de terra mais próxima. Nos pequenos barcos, carregaram somente equipamento rudimentar de navegação e suprimento limitado de comida e água. Esses eram os homens do baleeiro Essex, cuja história inspiraria, mais tarde, partes do romance "Moby Dick".

 

Mesmo no mundo de hoje, a situação deles seria realmente terrível, mas pense quanto pior ela foi então. Ninguém em terra tinha ideia de que algo dera errado. Nenhuma equipe de busca estava procurando por esses homens. A maioria de nós nunca vivenciou uma situação tão assustadora como aquela em que os marinheiros se encontravam, mas todos sabemos como é ter medo. Sabemos como é sentir medo, mas não tenho certeza se passamos tempo bastante pensando sobre o que nossos medos significam.


À medida que crescemos, com frequência somos encorajados a pensar em medo como uma fraqueza, apenas mais uma coisa de criança a descartar como dentes de leite e patins. E acho que não é por acaso que pensamos dessa forma. Na verdade, os neurocientistas demonstraram que seres humanos são equipados para ser otimistas.Talvez seja por isso que pensamos em medo, algumas vezes, como um perigo em si mesmo. "Não se preocupe", gostamos de dizer um ao outro. "Não entre em pânico". Em inglês, medo é algo que nós vencemos. É algo que combatemos. É algo que superamos. Mas, e se olhássemos para o medo de uma nova maneira? E se pensássemos no medo como um ato surpreendente da imaginação, algo que pode ser tão profundo e perspicaz quanto o narrar histórias?


É mais fácil ver esta ligação entre medo e imaginação em crianças pequenas, cujos medos são com frequência extraordinariamente vívidos. Quando era criança, morei na Califórnia, que é, vocês sabem, na maior parte, um lugar muito agradável para viver. Mas para mim, uma criança, a Califórnia era também um pouquinho assustadora. Lembro quão apavorante era ver o lustre que pendia sobre a mesa de jantar balançando para frente e para trás durante o menor tremor de terra, e algumas vezes não conseguia dormir à noite, aterrorizada porque o Big One (terremoto) poderia nos atingir enquanto estávamos dormindo. E o que dizemos sobre crianças que têm medos como este é que elas têm uma imaginação vívida. Mas num certo ponto, a maioria de nós aprende a deixar para trás esse tipo de visões e cresce. Aprendemos que não há monstros escondidos debaixo da cama, e que nem todo terremoto destrói edifícios. Mas talvez não seja coincidência que algumas de nossas mentes mais criativas não conseguiram deixar para trás esse tipo de medo quando adultos. A mesma imaginação incrível que produziu "A Origem das Espécies", "Jane Eyre" e "Em Busca do Tempo Perdido", também gerou preocupações intensas que assombraram a vida adulta de Charles Darwin, Charlotte Bronte e Marcel Proust. Assim, a questão é: o que podemos aprender sobre o medo com visionários e crianças pequenas?


Bem, vamos retornar ao ano de 1819 por um momento, para a situação que enfrentava a tripulação do baleeiro Essex. Vamos dar uma olhada nos medos que a imaginação deles criava enquanto estavam à deriva no meio do Pacífico. Vinte e quatro horas tinham se passado desde o naufrágio do navio. Era hora de os homens fazerem um plano, mas eles tinham muito poucas opções. Em seu fascinante relato do desastre, Nathanel Philbrick escreveu que esses homens estavam tão distantes da terra quanto era possível estar de qualquer lugar na Terra. Os homens sabiam que as ilhas mais próximas que poderiam alcançar eram as Ilhas Marquesas, a 1.200 milhas de distância. Mas tinham ouvido alguns rumores assustadores. Diziam que essas ilhas, e várias outras nas redondezas, eram habitadas por canibais. Então os homens imaginaram-se chegando à praia apenas para serem mortos e comidos no jantar. Um outro destino possível era o Havaí, mas, em razão da estação do ano, o capitão tinha medo de que fossem atingidos por tempestades terríveis. A última opção era a mais longa, e a mais difícil: navegar 1.500 milhas em direção ao sul, na esperança de alcançar uma determinada região de ventos que poderiam finalmente empurrá-los em direção à costa da América do Sul. Mas sabiam que a extensão dessa viagem esgotaria seus suprimentos de comida e água. Ser comido por canibais, ser abatido por tempestades, morrer de fome antes de atingir a terra. Esses eram os medos que dançavam na imaginação desses pobres homens, acontece que, o medo a que escolhessem dar ouvidos decidiria se viveriam ou morreriam.


Bem, poderíamos simplesmente designar esses medos por um nome diferente. E se em vez de nomeá-los como medos, nós os chamássemos de histórias? Porque isso é realmente o que o medo é, se você pensa nisso. É uma forma não intencional de contar histórias que todos nascem sabendo fazer. E medos e contar histórias têm os mesmos componentes. Eles têm a mesma arquitetura. Como todas as histórias, os medos têm personagens. Em nossos medos, os personagens somos nós. Medos também têm enredos. Têm começo, meio e fim. Você embarca no avião. O avião decola. O motor falha. Nossos medos também tendem a conter imagens que podem ser, em cada pedacinho, tão vívidas como as que você encontraria nas páginas de um romance. Imagine um canibal, dente humano afundando na pele humana, carne humana assando sobre uma fogueira. Medos também têm suspense. Se fiz meu trabalho como narradora hoje, você deve estar imaginando o que aconteceu com os homens do baleeiro Essex. Nossos medos provocam em nós uma forma de suspense muito semelhante. Como todas grandes histórias, nosso medos focalizam nossa atenção numa questão que é tão importante na vida quanto é na literatura: O que acontecerá depois? Em outras palavras, nossos medos nos fazem pensar sobre o futuro. E humanos, a propósito, são as únicas criaturas capazes de pensar sobre o futuro dessa maneira, de projetar-nos à frente no tempo; e essa viagem mental no tempo é mais uma coisa que medos têm em comum com a narração.


Como escritora, posso dizer-lhes que grande parte do escrever ficção é aprender a predizer como um fato em uma história afetará todos os outros acontecimentos, e o medo funciona dessa mesma maneira. No medo, exatamente como na ficção, uma coisa sempre leva a outra. Quando estava escrevendo meu primeiro romance, "The Age Of Miracles", passei meses tentando imaginar o que aconteceria se a rotação da Terra subitamente começasse a diminuir. O que aconteceria a nossos dias? O que aconteceria a nossas colheitas? O que aconteceria a nossas mentes? E foi somente mais tarde que percebi quão semelhantes eram essas perguntas àquelas que eu costuma me fazer quando criança, assustada, no meio da noite. Se um terremoto nos atingir esta noite, eu costumava a me inquietar, o que acontecerá à nossa casa? O que acontecerá à minha família? E a resposta a essas questões sempre teve a forma de uma história. Portanto se pensamos em nossos medos como mais do que apenas medos, mas como histórias, devemos pensar em nós mesmos como os autores dessas histórias. Mas tão importante quanto isso, precisamos pensar em nós mesmos como leitores de nossos medos, e como escolhemos ler nossos medos pode ter um profundo efeito em nossas vidas.


Bem, alguns de nós leem naturalmente os medos mais exatamente que outros. Recentemente li um estudo sobre empreendedores bem sucedidos e o autor descobriu que essas pessoas tinham um hábito que ele chamou de "paranoia produtiva", o que significa que essas pessoas, em vez de descartar seus medos, essas pessoas fazem uma leitura detalhada deles, elas os estudam, e então traduzem aquele medo em preparação e ação. Dessa forma, se seus piores temores se tornarem realidade, suas empresas estão preparadas.


E às vezes, claro, nossos piores medos se tornam realidade. Essa é uma das coisas que são tão extraordinárias sobre o medo. Vez por outra, nossos medos podem prever o futuro. Mas talvez não possamos nos preparar para todos os medos que nossa imaginação inventa. Então, podemos distinguir entre os medos que valem a pena ouvir e todos os outros? Penso que o final da história do baleeiro Essex apresenta um exemplo esclarecedor, ainda que trágico. Depois de muita deliberação, os homens finalmente tomaram uma decisão. Aterrorizados pelos canibais, decidiram abrir mão das ilhas mais próximas e em vez disso embarcaram na rota mais longa e muito mais difícil para a América do Sul. Depois de mais de dois meses no mar, os homens ficaram sem comida, como sabiam que poderiam ficar, e ainda estavam bem distantes da terra. Quando o último dos sobreviventes finalmente foi recolhido por dois navios que passavam, menos da metade dos homens tinha sobrevivido e alguns deles tinham recorrido à sua própria forma de canibalismo. Herman Melville, que usou esta história como pesquisa para "Moby Dick",escreveu anos depois, e em terra firme, cito: "Todos os sofrimentos desses pobres homens do Essex poderiam, dentro de todas probabilidades humanas, ter sido evitados, se eles, imediatamente após deixar o naufrágio, tivessem se dirigido direto para o Taiti." Assim, a pergunta é: por que esses homens se aterrorizaram com os canibais muito mais do que com a extrema possibilidade de inanição? Por que foram influenciados por uma história muito mais do que pela outra? Olhe por este ângulo, ali começa uma história sobre leitura. O romancista Vladimir Nabokov disse que o melhor leitor tem uma combinação de dois temperamentos muito diferentes, o artístico e o científico. Um bom leitor tem uma paixão de artista, uma disposição de ser apanhado na história, mas, com a mesma importância, o leitor também precisa da frieza de julgamento de um cientista, que age para acalmar e complicar as reações intuitivas do leitor à história. Como vimos, os homens do Essex não tiveram problemas com a parte artística. Eles imaginaram uma variedade de cenários horríveis.

 

O problema foi que eles deram ouvidos à história errada. De toda as narrativas que os medos deles escreveram, eles responderam somente à mais sinistra, à mais vívida, àquela que era mais fácil para a imaginação deles criar: canibais. Mas, talvez se tivessem sido capazes de ler seus medos mais como um cientista, com mais frieza de julgamento, teriam dado ouvidos ao conto menos violento mas mais provável, a história da inanição, e se encaminhado para o Taiti, exatamente como o triste comentário de Melville sugere.


E talvez, se tentássemos ler nossos medos, nós também seríamos com menos frequência influenciados pelo mais indecente entre eles. Talvez então passássemos menos tempo nos preocupando com assassinos em série ou desastres de avião, e mais tempo dedicado aos desastres mais sutis e lentos que enfrentamos: a silenciosa sedimentação de placa em nossas artérias, as mudanças graduais em nosso clima. Assim como as histórias mais matizadas na literatura são com frequência as mais ricas, assim também podem ser mais verdadeiros nossos medos mais sutis. Lidos de maneira correta, nossos medos são um dom surpreendente da imaginação, um tipo de clarividência diária, uma forma de antever o que poderia ser o futuro quando ainda há tempo para influenciar como esse futuro se desenrolará. Adequadamente lidos, nossos medos podem nos oferecer algo tão precioso como nossas obras de literatura favoritas: um pouco de sabedoria, um pouco de perspicácia e uma versão da coisa mais ardilosa - a verdade. Obrigada. (Aplausos)

 

FONTE = BRASIL 247

 

 


Publicado por Raio de Lua em 11/09/2013 às 18h19
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