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24/05/2017 22h51
Os destinos do país em 2018

 

 

Os destinos do país em 2018
 

por Antonio Lassance, via e-mail


Primeiramente, a crise está de volta às ruas. “Fora, Temer!” e “eleições diretas, já!” são as palavras de ordem.

Para aprovar as diretas, é preciso uma proposta de emenda à Constituição. Uma PEC, mesmo que aprovada a jato, cumprindo rigorosamente a Constituição e o regimento das duas casas do Congresso, demandaria de 4 a 6 meses. A PEC do teto de gastos (PEC 55/2016), aprovada a toque de caixa e com forte pressão do governo Temer, então com amplo respaldo congressual, foi votada em 6 meses.

A organização das eleições pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pode ser feita em 70 dias. Esse foi o prazo informado pelo TSE, em 2013, quando se cogitou fazer, às pressas, um plebiscito da reforma política. Mas se essa organização, preventivamente, for feita de forma concomitante à tramitação da PEC das diretas, as eleições poderiam ser realizadas quase imediatamente após a promulgação da emenda. Com sorte e, principalmente, muita pressão popular, teríamos um novo presidente em dezembro de 2017. O eleito governaria por cerca de um ano.

Enquanto isso, o país seria governado por um presidente interino, por 30 dias, e, em seguida, por um presidente com mandato tampão, até dezembro de 2017 ou até que um novo presidente seja eleito, se houver emenda das diretas aprovada. Na prática, a emenda das diretas reduziria o mandato desse presidente tampão. Ele saberia que não tem legitimidade nem tempo para promover grandes reformas, principalmente, sendo escolhido pelos deputados e senadores que passarão para a história por terem elegido Cunha, derrubado Dilma, empossado Temer e sido denunciados na Lava Jato.

Como se sabe, o presidente interino, que governaria por trinta dias, pode ser, conforme a linha de sucessão, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e se esse não vier a assumir, o presidente do Senado, Eunício Oliveira. Maia e Eunício estão totalmente metidos em denúncias. Se um dos dois resolver pagar a aposta e assumir, pode ser rapidamente impedido, caso vire réu no Supremo. Para isso acontecer, basta o Procurador-Geral pedir e o ministro Fachin aceitar, ou levar a decisão ao pleno do STF. Fachin tem mostrado que age muito facilmente sob a pressão das ruas e da imprensa – o que for mais forte.

Caso nem Maia nem Eunício assumam, a Presidência da República seria ocupada pela atual presidenta do Supremo, Carmem Lúcia. Quem passaria a comandar o Supremo seria seu vice, Ministro Dias Toffoli, até o retorno de Carmem após a eleição indireta de um novo presidente.

Duas coalizões se digladiam pelo poder. Nenhuma delas é popular.
O destino do país e da Presidência da República depende fundamentalmente do povo nas ruas, mas, neste momento, há duas coalizões principais que se digladiam na disputa pelo poder. Nenhuma delas é popular. Nenhuma cogita eleições diretas já.

Uma coalizão é a do grande acordo nacional. Essa é a coalizão comandada por Temer, que assumiu o comando do país com o afastamento de Dilma e que tem como base política o PMDB, o PSDB e o DEM, e como base jurídica o grupo do Supremo conformado por Gilmar e Alexandre de Moraes. Essa coalizão tinha como programa “estancar a sangria” dos políticos e do mercado. Estancar a sangria política seria encerrar a Lava Jato, controlar o Supremo, o Ministério Público e a Polícia Federal. Estancar a sangria econômica seria estabilizar a economia do País e aplicar um programa de reformas que transfira renda dos trabalhadores para as empresas, por meio de duras reformas.

O sonho dessa coalizão seria implantar o parlamentarismo no país. Desmoralizada perante a opinião pública, sobretudo pela presidência de Cunha e Renan, pelas reformas da Previdência e trabalhista e pelas sucessivas denúncias de corrupção, essa coalizão esperava no mínimo preparar o terreno para a eleição de um candidato em 2018 que continuasse esse programa impopular – Alckmin ou Doria.

A outra coalizão é a da Lava Jato, que tem como agenda principal fortalecer o poder do Ministério Público, da Polícia Federal e do Judiciário sobre os destinos do País. O que quer essa coalizão? O mesmo que os políticos, guardadas as devidas proporções: poder, prestígio e dinheiro. O mote principal desse projeto é o combate à corrupção, mas o interesse fundamental desses grupos é garantir o controle sobre decisões essenciais ao país e a remuneração de suas corporações em níveis que, internacionalmente, não têm paralelo.

Ambas as coisas estão interligadas. Quanto mais poderosas essas corporações se tornam, impulsionadas pela agenda do combate à corrupção, maior a justificativa para que elas sejam muito bem remuneradas e blindadas inclusive quanto a relações promíscuas que estabelecem com o setor privado.

O caso de juízes que vendem sentenças; a prisão de um dos procuradores, descoberto por vender segredos da Lava Jato para a JBS; dos procuradores cujos parentes têm escritórios cuidando de investigados e a situação, quase inimaginável, de procuradores licenciados para advogarem para empresas denunciadas por eles mesmos demonstra o quanto o poder absoluto que o Ministério Público ambiciona abre espaço para práticas espúrias, tão corruptas quanto as que denuncia.

O mercado, comandado pelos bancos e outras grandes corporações, é sócio da maioria dos políticos. Financia suas campanhas e compra suas decisões a peso de ouro. Se alinha facilmente a qualquer grupo no poder que queira fazer política como negócio. O mercado esteve com Temer até que ele começou a falhar em entregar as reformas.

A velha mídia, cuja força hegemônica é das organizações Globo, segue a lógica do mercado, de quem faz parte. A velha mídia é composta por grandes empresas, não tão grandes quanto as que lhe financiam, e vende seus produtos (notícia e entretenimento) com base em sua audiência e na aderência à defesa dos interesses do mercado.

Para entender a lógica e o timing das revelações sobre Temer e Aécio

As revelações contra Temer e Aécio têm como propósito principal fortalecer a posição do Ministério Público e a manutenção de seu Procurador-Geral, Rodrigo Janot, no momento em que era ameaçado nas três frentes – Executivo, Legislativo e Judiciário.

Janot tem até o final deste mês para decidir se concorre ou não a um novo mandato. A votação dos procuradores deve ocorrer ao final de junho. Só faz sentido para Janot entrar na lista se for para ganhar. Para isso, precisa se manter em evidência entre os procuradores e ter força suficiente para intimidar o Congresso e o presidente da República a aceitá-lo goela abaixo.

A fratura exposta de Temer e Aécio veio, coincidentemente — se é que alguém ainda acredita em coincidências –, no dia seguinte em que o presidente revelou que não estava disposto e comprometido a indicar o primeiro da lista de procuradores para ser o chefe do Ministério Público. Ou seja, Temer insinuou que iria rifar Rodrigo Janot.

Também por coincidência, a revelação contra Aécio veio uma semana depois de Janot ter trocado farpas com o ministro Gilmar Mendes. Gilmar é quem manda hoje no Supremo, e não Carmem Lúcia, que se tornou mera figura decorativa e cujo principal papel é produzir gafes e jantares.

Mais do que isso, é público e notório, e é assim entendido no Ministério Público, que Gilmar é quem dá a linha no PSDB sobre como tourear procuradores e as demais instâncias do Judiciário. Se, como dizia Jucá, Temer é Cunha; Gilmar é Aécio. Gilmar é, no STF, a figura central do “grande acordo nacional, com o Supremo, com tudo”, e costurava a estratégia de recolocar o MP sob controle, como nos velhos tempos de Geraldo Brindeiro – conhecido como o engavetador-geral da República.

O PSDB, sócio principal do governo Temer e com um presidente de partido que, por baixo dos panos, costurava ativamente contra o Ministério Público, confiava em Gilmar para servir de anteparo. Esqueceram apenas de combinar o jogo com os russos, no caso, Fachin, que se indispôs com Gilmar e foi criticado por ser um juiz pouco interessado na lei e na Constituição e mais em obedecer ao MP. Fachin acabou de provar que é isso mesmo. Está lá à disposição para cumprir esse papel.

Para entender a Globo

A Globo, como ela própria confessou em editorial, era entusiasta do governo Temer por sua agenda de reformas e também, isso inconfessado, pelas generosas verbas de publicidade que Temer liberou para as mídias decadentes e que tanto precisavam de dinheiro nesse momento de crise.

A reviravolta das revelações contra Temer e a opção editorial da Globo pela renúncia ou impeachment se dá por duas razões claras. Em primeiro lugar, a Lava Jato é hoje a principal notícia do país. A Globo, desde o início, é o veículo preferencial dos vazamentos. Essas notícias rendem grande audiência e verbas que ampliam sua publicidade.

Recusar os vazamentos levaria a Globo a perder sua preciosa fonte. A entrega das informações do MP ao jornal O Globo e à emissora de tevê foi feita na ofensiva de Janot contra Temer e Aécio para derrotar esses dois adversários. Os vazamentos são inseparáveis da estratégia do Procurador-Geral, pois são por ele controlados. Para a Globo, era pegar ou largar. Ela precisava dar sustentação a Janot em sua briga ou perderia a primazia nos vazamentos.

Outro fator essencial é dado pelo mercado financeiro. A situação de Temer frustrou qualquer expectativa de que o governo consiga levar as reformas adiante. Ao contrário, já se considerava que Temer estava enfraquecido no Congresso e demonstrando grandes dificuldades na tramitação da reforma Previdenciária e mesmo em aprovar a reforma trabalhista no Senado.

Temer não interessa mais à Globo porque, no mercado, é considerado incapaz de entregar o que prometeu.

O “gran finale”: condenar Lula

Outro propósito essencial das revelações é o de fazer crer que a Lava Jato é baseada em provas, e não em convicções, e que seria isenta e apartidária, atingindo a todos indiscriminadamente, sejam eles o presidente da República ou até mesmo o senador tucano queridinho de delegados da operação – aqueles que lhes fizeram declarações de amor no Facebook – e com quem Moro trocou conversas ao pé do ouvido. Esse propósito é fundamental para o passo seguinte e mais importante da Lava Jato: condenar Lula.

A convivência pacífica costurada por Lula com o mercado, em seus dois mandatos, acabou rompida no governo Dilma, quando Unibanco, Santander, Fiesp, montadoras de automóveis, os conglomerados de comunicação e tantas outras grandes corporações passaram abertamente a atacar o PT, a financiar Cunha e a conspirar pelo impeachment.

A condenação de Lula é líquida e certa desde quando o inquérito foi remetido a Moro. Estamos há um mês para o dia D da Lava Jato, quando ocorrerá a condenação de Lula pela suposta propriedade de um triplex, apenas com base em delações.

Em seguida, o processo seguirá para a segunda instância, dessa vez colegiada, e que selará a pá de cal sobre a candidatura Lula em 2018, tirando do páreo quem é, disparado, o candidato mais popular em todas pesquisas.

A coalizão da Lava Jato já decidiu: Lula precisa ser condenado, e o será. É uma questão de honra e de autoafirmação. A única dúvida é se ele será conduzido a um presídio ou se será determinada a prisão domiciliar e a aplicação de uma tornozeleira eletrônica. Essa segunda opção proporcionaria um ar de ponderação e isenção à Lava Jato, em vista da idade de Lula e de sua condição de ex-presidente.
O relevante para a coalilzão da Lava Jato é desmoralizá-lo e mitigar o risco de transformá-lo em vítima pelo encarceramento, cumprindo o essencial: evitar que ele dispute 2018.

Pós-Lula

Não há hoje uma coalizão democrática e popular devidamente articulada, com lideranças com suficiente protagonismo para conduzir uma solução capaz de ser institucionalizada e tornar o país mais democrático, mais justo e menos corrupto. A Lava Jato também demonstrou que não tem projeto de país e sequer é capaz de combater efetivamente as práticas corruptivas. Mesmo Cunha, preso, conforme reconhecem os procuradores, continuava atuando.

As mobilizações de rua e a articulação de movimentos populares são a única possibilidade de surgir um fermento social capaz de implodir a lógica do atual sistema político, provocar mudanças e romper com os riscos de um país tutelado por uma burocracia judicial que, se não for controlada, pode se tornar um poder autoritário e corrupto que não deixa nada a dever aos atuais partidos dominantes.

Mas as forças populares estão fracas e dispersas. Apesar do retorno das mobilizações e da unificação das lutas em torno das bandeiras do “Fora, Temer!” e “Diretas, Já!”, o fato é que não há nem coalizão popular, nem comando e nem projeto devidamente coerente, consistente e articulado.

O país precisaria não só barrar a reforma da Previdência, reverter a reforma trabalhista e a PEC dos gastos. Para rivalizar com a coalizão do “grande acordo nacional”, seria preciso um projeto capaz de reformar o atual sistema partidário e eleitoral e reconstruí-lo em novas bases, mais democráticas, mais participativas, de maior controle sobre os eleitos e renovação de seus quadros.

Boa parte das lideranças sociais que despontaram na crise deveria formar uma nova geração de políticos intimamente conectados às suas bases, superando o descolamento atual que se vê nos partidos, e com uma agenda de reformas de controle social sobre a política.

Para rivalizar com a coalizão da Lava Jato, seria importante um programa para fortalecer o Estado, “desmamar” as corporações de seus privilégios e criar instrumentos para blindar o Estado rigorosamente da promiscuidade com o setor privado. Para tanto, é preciso que surja uma maior coordenação com juízes, procuradores e policiais federais que fortaleça, sem mordaça, o propósito democrático e republicano dessas corporações.

Do contrário, o país continuará à mercê de seus predadores, sejam eles políticos, empresários, burocratas ou mídia. Como se vê, o Brasil tem sido vítima da ação perversa desses quatro cavaleiros do apocalipse. Enquanto isso persistir, o poço continuará sem fim.

*Antonio Lassance é cientista político. Artigo publicado originalmente na Carta Maior.
http://www.viomundo.com.br/politica/antonio-lassance-temer-ameacou-rifar-janot-e-tomou-o-troco.html

 


Publicado por Raio de Lua em 24/05/2017 às 22h51
 
13/09/2015 09h24
NIMUE, FADA E SENHORA DO LAGO

Nimue, a Fada e Senhora do Lago - Mitologia Celta

 

Nimue, em algumas lendas, é conhecida como a Senhora do Lago. Ela era filha de Elaine e Lancelot. Foi levada por Morgana para ser criada em Avalon, onde cresceu sem contato nenhum com o mundo. Tinha uma grande missão que era seduzir o atual Merlin e vingar a antiga religião. Mas nessa "brincadeira" ela acaba se apaixonando por ele. Porém, mesmo amando o mago leva a sua missão adiante atraindo-o através de um feitiço na lua nova e enterrando-o dentro de um carvalho. Após sua vingança estar completa ela se joga no lago e morre por amor.

 

Já em As Crônicas de Artur de Bernard Cornwell, Merlin queria expulsar os saxões e cristãos da Bretanha e isso só poderia ser feito se ele conseguise trazer de volta os deuses da Britânia. Para isso Merlin encontrou os Treze Objetos Sagrados da Britânia, mas antes de conseguir realizar o ritual o rei Arthur e seus amigos impediram o mago e a feiticeira. Com ódio do ocorrido, Nimue se vira contra Merlin dizendo que ele foi fraco ao não conseguir trazer os deuses e conspira contra ele e Athur fazendo com que Merlin morra.

 

No seriado Merlin a feiticeira Nimue é uma sacerdotisa da antiga religião, cuja a função é guardar o cálice da vida que pode trocar uma vida pela outra. Na série ela tem ódio do rei Uther por ter matado todos os seus amigos que foram bruxos.

 

Referências 

 

 


Publicado por Raio de Lua em 13/09/2015 às 09h24
 
01/03/2015 00h51
O QUE É O SONHO OU PESADELO?

 

O que é o Sonho?

 

O sonho é uma experiência que possui significados  distintos se for ampliado um debate que envolva religião, ciência e cultura. Para a Ciência, é uma experiência de imaginação do inconsciente durante nosso período de sono. Recentemente, descobriu-se que até os bebês no útero têm sono REM (movimentos rápidos dos olhos) e sonham, não se sabe com o quê. Em diversas tradições culturais e religiosas o sonho aparece revestido de poderes premonitórios ou até mesmo de uma expansão da consciência.
Sonho e Freud

Foi em 1900, com a publicação de A Interpretação dos Sonhos[1], que Sigmund Freud (1856-1939) deu um caráter científico à matéria. Naquele polêmico livro, Freud aproveita o que já havia sido publicado anteriormente e faz investidas completamente novas, definindo o conteúdo do sonho como “realização  dos desejos”. Para o pai da psicanálise, no enredo onírico há o sentido manifesto (a fachada) e o sentido latente (o significado), este último realmente importante. A fachada seria um despiste do superego (o censor da psique, que escolhe o que se torna consciente ou não dos conteúdos inconscientes), enquanto o sentido latente, por meio da interpretação simbólica, revelaria o desejo do sonhador por trás dos aparentes absurdos da narrativa.
Sonho e Jung

O psiquiatra suíço Carl Gustav Jung (1875-1961), baseado na observação de seus pacientes e em experiências próprias, tornou mais abrangente o papel dos sonhos, que não seriam apenas reveladores de desejos ocultos, mas sim, uma ferramenta da psique que busca o equilíbrio por meio da compensação. Ou seja, alguém masculinizado pode sonhar com figuras  femininas que tentam demonstrar ao sonhador a necessidade de uma mudança de atitude. Na busca pelo equilíbrio, personagens arquetípicas interagem nos sonhos em um conflito que buscam levar ao consciente conteúdos do inconsciente. Entre essas personagens, estão a anima (força feminina na psique dos homens), o animus (força masculina na psique das mulheres) e a sombra (força que se alimenta dos aspectos não aceitos de nossa personalidade). Esta última, nos sonhos, são os vilões. Um aspecto muito importante em se atentar nos sonhos, segundo a linha junguiana, é saber como o sonhador, o protagonista no sonho (que representa o ego) lida com as forças malignas (a sombra), para se averiguar como, na vida desperta, a pessoa lida com as adversidades, a autoridade e a oposição de idéias. Jung aponta os sonhos como forças naturais que auxiliam o ser humano no processo de individuação.

Ao contrário de Sigmund Freud, as situações absurdas dos sonhos, para Carl Gustav Jung, não seriam uma fachada, mas a forma própria do inconsciente de se expressar. Para o mestre suíço, há os sonhos comuns e os arquetípicos, revestidos de grande poder revelador para quem sonha. A interpretação de sonhos é uma ferramenta crucial para a psicologia analítica, desenvolvida por Jung.
Abordagem psicológica

Os sonhos seriam uma demonstração da realidade do inconsciente. Sendo estudados corretamente pode-se descrever, ou melhor, conhecer o momento psicológico do indivíduo. Fazendo uma analogia séria como uma “fotografia” do inconsciente. Por isso, o sonho sempre demonstra aspectos da vida emocional. Os sonhos têm uma linguagem própria. Pensemos no seguinte exemplo: Ao ver duas pessoas estrangeiras que falam um idioma que não é do nosso conhecimento, nunca diriamos que elas não sabem falar. Na verdade, o problema é que não conhecemos aquela língua (sua estrutura, sua gramática, etc). O mesmo acontece com os sonhos. Sua linguagem são os símbolos. Para entender seus variados conteúdos, temos que estudar os símbolos. Utilizando-se do conceito de “complexos” e do estudo dos sonhos e de desenhos, Carl Gustav Jung passou a se dedicar profundamente aos meios pelos quais se expressa o inconsciente. Em sua teoria, enquanto o inconsciente pessoal consiste fundamentalmente de material reprimido e de complexos, o inconsciente coletivo é composto fundamentalmente de uma tendência para sensibilizar-se com certas imagens, ou melhor, símbolos que constelam sentimentos profundos de apelo universal, os arquétipos.

Fonte: Wikipédia

 

O que é Pesadelo?

 

 

Pesadelos são sonhos assustadores que usualmente interrompem o sono subitamente por um medo intenso, ansiedade e sentimentos de perigo iminente. A pessoa tem lembrança imediata do contexto assustador do sonho e está completamente alerta logo após o despertar, com pouca confusão ou desorientação. O retorno ao sono, após o episódio, é retardado e não rápido como no terror no sono. Os pesadelos acontecem mais durante a segunda metade do período de sono. O sonho em geral é longo e o medo crescente. A longa narrativa permite diferenciar facilmente pesadelos de terror no sono.

Tipos de sonhos


Existem muitos tipos diferentes de sonhos. As pessoas vem estudando-os, tentando entendê-los e dividindo-os em grupos.

Sonhos criativos: Pessoas que tem sonhos criativos representam seus sonhos através da pintura ou mesmo através de livros.

Sonhos lúcidos: A pessoa está sonhando, sabe que está sonhando e conseguem controlar o que está acontecendo como se estivessem direcionando um filme. Essas pessoas conseguem se encontrar com outras pessoas pelo seus sonhos e depois quando acordam, descobrem que a pessoa com quem sonharam tiveram o mesmo sonho com as mesmas pessoas e as mesmas coisas.

Pesadelos: Sonhar com monstros, fantasmas significa que você está com medo de alguma coisa na vida real e que precisa ser confrontado. Se você sonhou que você está preso em algum lugar, isso significa que você está preso à uma situação na vida real.

Sonhos previsíveis: São sonhos em que a pessoa que está sonhando alega que certos eventos irá acontecer no futuro.

Sonhos repetitivos: Se você sonha com a mesma coisa mais de uma vez, isso quer dizer que alguma coisa está te preocupando na vida real.

Sonhos sensuais: Todos nós sonhamos sobre sexualidade, especialmente quando estamos passando pela fase da puberdade. É perfeitamente natural sonharmos com esse tipo de coisa em qualquer estágio de nossas vidas.

Símbolos em Sonhos
Existe diversos jeitos de entender os sonhos. A melhor maneira de entendê-los é seguir seu coração e sua intuição.
Apresentamos uma lista com os símbolos mais comuns que aparecem nos sonhos.

Árvores: São símbolos da vida e também podem significar família.
Voar: É um símbolo clássico. Pode vir em forma de pássaros ou aviões, mas todos eles querem dizer liberdade.
Números: São bastante significantes. Cada número tem um significado diferente.
Morte: Geralmente não é sobre alguém que está morrendo. Pode significar o fim de uma fase da sua vida ou o fim de alguma coisa que não é mais útil para você.
Jardins: Representam como você está se sentindo no momento. Se você sonhou com um jardim, tente lembrar dos detalhes, como se parecia e se tinha muitas flores.
Cruzamento: Quer dizer que você tem muitos caminhos diferentes para você escolher e tomar na sua vida. Preste atenção nas placas que você vê no seu sonho, isso poderá ajudar você a tomar uma decisão.
Nascimento: Literalmente pode significar a chegada de um bebê mas também pode significar o começo de uma nova vida.
Prédios: Representam você mesmo. Se você tem sonhos com corredores e cômodos é porque você está tentando entender você mesmo.
Montanhas: Significam coisas que você mais deseja em sua vida. Também podem siginificar obstáculos que devem ser superados.
Comida e bebida: Aparecem em sonhos quase que sempre, mesmo estando sem fome ou sem sede. Siginifica que você precisa de alguma coisa extra em sua vida.
Mapas: Pode nos mostrar qual é o caminho que devemos tomar e também pode significar viagem pela frente.

 

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Sonhar com Ex-namorado (a)

Sonhar com ex-namorado ou ex-namorada  é muito comum. Indivíduos que foram uma parte importante de nossas vidas continuam ocupando uma parte de nossa mente e coração.
É impossível para muitos de uma hora para outra excluir a pessoa dos pensamentos e sentimentos.
Só porque acabou uma relação não significa que tudo será apagado de nossas mentes.
Você continuará sonhando com sua ex-namorada ou namorado até que você assimile completamente a separação
  ou até que você tenha aprendido as lições que viveram durante o relacionamento.
De qualquer modo, sonhar com seu ex-romance não prediz envolvimento futuro. Pode ser que você desejasse uma “volta” enquanto revive boas recordações.
Este não é um sonho profético, eles são raros.

Números de sorte: 12 ,21, 11, 33, 21, 05.

Cor da sorte: Vermelho.

Pedra da sorte: ametista.

 

 


Publicado por Raio de Lua em 01/03/2015 às 00h51
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27/02/2015 12h33
TERAPIA GENÉTICA

 

Europa aprova terapia que modifica DNA do paciente
 

 

A morte, em 1999, de um voluntário de 18 anos que participava do teste de um tratamento genético levou a um aumento da desconfiança quanto a esse tipo de intervenção. [Imagem: Wikipedia/Zephyris]

Terapia genética

A Comissão Europeia (CE), órgão executivo da União Europeia, aprovou o uso da terapia genética Glybera, desenvolvida pela empresa holandesa uniQure.

Esta é a primeira vez que uma terapia desse tipo - que envolve o uso de um vírus para introduzir um novo gene nas células do paciente - é liberada para uso comercial por autoridades sanitárias no mundo desenvolvido.

Embora terapias genéticas já tenham sido usadas anteriormente nos Estados Unidos e em países europeus, as aplicações vinham se dando em contexto experimental ou acadêmico, nunca em escala de mercado.

Nos EUA, a morte, em 1999, de umvoluntário de 18 anos que participava do teste de um tratamento genético levou a um aumento da desconfiança quanto a esse tipo de intervenção e a um reforço do rigor regulatório sobre a área.

O primeiro país a liberar o uso de terapia genética em escala comercial foi a China, em 2004, que autorizou a terapia Ad-p53, desenvolvida por uma companhia chinesa, a Shenzhen SiBiono GenTech , a entrar no mercado.

A Ad-p53 trata um tipo de câncer de cabeça, usando vírus para introduzir um gene nas células do tumor.

Tecnologia perigosa

Escrevendo no início de outubro para a revista Nature, o pesquisador italiano Fulvio Mavilio, diretor ad companhia francesa de pesquisa genética Genethon, diz que a legislação, nos EUA e na Europa, exige que os produtos de terapia genética se submetam "às mesmas regras que cobrem as drogas convencionais, em instalações operadas sob padrões industriais e certificadas por agências governamentais".

Ele argumenta que, como as terapias genéticas geralmente nascem e se desenvolvem em centros acadêmicos, a pressão de custos e pessoal para atingir esses padrões é "formidável".

"Durante muitos anos, a indústria farmacêutica manteve-se afastada da terapia genética, vista como uma tecnologia perigosa, de eficácia duvidosa e muito complexa de se desenvolver", escreve ele.

Livio defende a ideia de que as terapias genéticas deveriam ser tratadas não como drogas, mas como procedimentos mais próximos a "transplantes de órgãos", requerendo, portanto, um quadro regulatório diferenciado.

Deficiência de lipoproteína lipase

A Glybera, agora liberada para uso na Europa, tem como alvo uma rara doença hereditária, chamada deficiência de lipoproteína lipase, ou LPLD, na sigla em inglês.

Pessoas com essa condição não conseguem metabolizar partículas de gordura presentes no sangue, o que pode levar a uma inflamação do pâncreas.

A doença não tem cura ou tratamento, exceto um cotrole rígido da alimentação para minimizar o consumo de gordura.

"Glybera é indicado para pacientes diagnosticados com LPLD e que sofram ataques graves ou repetidos de pancreatite, a despeito das restrições de dieta", diz nota emitida pelo fabricante.

Injeção de vírus

A terapia se vale de um vírus modificado para introduzir uma versão saudável do gene responsável pela formação da enzima lipoproteína lipase nas células musculares do paciente, por meio de uma série de injeções aplicadas nas pernas.

Testes foram realizados em 27 pacientes, no Canadá e na Holanda, "sem que problemas de segurança fossem observados", ainda segundo a nota da uniQure.

A licença europeia foi concedida sob uma cláusula legal que prevê "circunstâncias excepcionais", o que libera o fabricante do produto de realizar testes mais exaustivos.

Essa cláusula costuma ser aplicada a terapias que têm como alvo doenças raras, onde encontrar um grande número de pacientes para realizar testes pode ser inviável.

A companhia holandesa afirma ter capacidade de produzir os vetores virais em escala industrial e já estar trabalhando em terapias para doenças como hemofilia e porfiria, além de estar buscando a aprovação da Glybera nos EUA e no Canadá.

 

 

FONTE:

http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=europa-aprova-terapia-modifica-dna-paciente&id=8366

 

 

 


Publicado por Raio de Lua em 27/02/2015 às 12h33
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01/02/2015 00h08
MENSAGEM AMIZADE

 







 



 





 





 



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